Todo guerreiro já ficou com medo de entrar em combate.
Todo guerreiro já traiu e mentiu no passado.
Todo guerreiro já perdeu a fé no futuro.
Todo guerreiro já trilhou um caminho que não era o dele.
Todo guerreiro já sofreu por bobagens.
Todo guerreiro já achou que não era um guerreiro .
Todo guerreiro já falhou em suas obrigações .
Todo guerreiro já disse SIMquando seu coraçãopedia que dissesse NÃO.
Todo guerreiro já feriu profundamente alguém que amava.
Por isso é que é um Guerreiro.Porque passou por estes desafios e não perdeu a Esperança de se tornar melhor.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
40 Anos Do Filme Easy Rider
O filme Easy Rider completará 40 anos. Este filme influenciou uma geração e certamente todas as que vieram depois. Dennis Hopper e Peter Fonda foram "Billy" e "Wyatt", dois jovens americanos típicos do final dos anos 60, que saíram em busca da liberdade, mas encontraram a realidade. O filme narra a história de dois amigos que, após ganharem uma grana numa transação com o pó [coca], êles colocam o dinheiro da venda em mangueiras dentro dos tanques de gasolina das motos, e a viagem começa em Ballart, na California, Wyatt (Peter Fonda), joga fora seu relógio como que se despedindo de uma sociedade regrada que estava ficando para trás. Caem na estrada em suas motos em direção à aventura e à curtição. No caminho, se deparam com uma América reacionária e careta, que se nega a acolhê-los e alimentá-los. O filme é de 69. O movimento da contracultura estava fervilhando. Os EUA tinham se tornado a nação mais próspera do mundo após o fim da guerra fria, os hippies formavam comunidades nômades espalhadas por todo o território, no intuito de combater o modo de vida social imposto, praticando sexo livre, consumindo drogas e ouvindo Bob Dylan, Jimi Hendrix e Janis Joplin. O personagem mais "lúcido" do filme é "George Hanson" (Jack Nicholson) um advogado alcoólatra que a dupla conhece na cadeia após ter sido presa por participar, ilegalmente, de um desfile tradicional. O diálogo mais emblemático do filme se dá na cena em que os três estão acampados na beira da estrada, pois os hotéis se recusam a hospedá-los, fumando maconha e conversando sobre estarem despertando repulsa na população local.Mas o grande destaque do filme é sua trilha sonora. O filme é ótimo, mas não seria o mesmo sem essa fantástica trilha sonora. Acesse o link e assista o início do filme ao som da banda Steppenwolf: http://www.youtube.com/watch?v=Rm7pcpUiVZk
Fonte: Lost Highway Online
Tradução / Texto: Ari Mendes
(Obrigado Ari, pelas novidades do mundo do rock, e do cinema e tudo que é Cult. Valeu mesmo.)
Fonte: Lost Highway Online
Tradução / Texto: Ari Mendes
(Obrigado Ari, pelas novidades do mundo do rock, e do cinema e tudo que é Cult. Valeu mesmo.)
O PASQUIM.

O Pasquim foi o mais influente jornal de oposição à ditadura militar no Brasil.
De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 70, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro. A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexo, drogas, feminismo e divórcio, entre outros) o Pasquim foi se tornando mais politizado a medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5. O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira
O projeto nasceu no final de 1968 após uma reunião entre o cartunista Jaguar e os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral; o trio buscava uma opção para substituir o tablóide humorístico A carapuça, de Sérgio Porto (que acabara de falecer). O nome, que significa "jornal difamador, folheto injurioso", foi sugestão de Jaguar; "terão de inventar outros nomes para nos xingar", disse ele, já prevendo as críticas das quais seriam alvo.
Com o tempo figuras de destaque na imprensa brasileira, como Ziraldo, Millôr, Prósperi, Claudius e Fortuna, se juntaram ao time, e a primeira edição finalmente saiu em 26 de junho de 1969.
Além de um grupo fixo de jornalistas, a publicação contava com a colaboração de nomes como Henfil (que não participara da fundação do jornal por ter brigado anteriormente com os cartunistas mais "velhos" como Ziraldo e Claudius na discussão de um projeto anterior), Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam e Sérgio Augusto, e também dos colaboradores eventuais Ruy Castro e Fausto Wolff. Como simbolo do jornal foi criado o ratinho Sig (de Sigmund Freud), desenhado por Jaguar, baseado na anedota da época que dizia que "...se Deus havia criado o sexo, Freud criou a sacanagem".
No final da década de 60, em função de uma entrevista polêmica com Leila Diniz, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, por um decreto que ficou conhecido pelo nome da atriz. Em novembro de 1970 a redação inteira do O Pasquim foi presa depois que o jornal publicou uma sátira do célebre quadro de Dom Pedro às margens do Ipiranga, (de autoria de Pedro Américo). Os militares esperavam que o semanário saísse de circulação e seus leitores perdessem o interesse, mas durante todo o período em que a equipe esteve encarcerada - até fevereiro de 1971 - o Pasquim foi mantido sob a editoria de Millôr Fernandes (que escapara à prisão), com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Gláuber Rocha e diversos intelectuais cariocas.
As prisões continuariam nos anos seguintes, e na década de 80 bancas que vendiam jornais alternativos como o Pasquim passaram a ser alvo de atentados a bomba. Aproximadamente metade dos pontos de venda decidiu não mais repassar a publicação, temendo ameaças. Era o início do fim para o Pasquim.
O jornal ainda sobreviviveria à abertura política de 1985, mesmo com o surgimento de inúmeros jornais de oposição e de novos conceitos de humor (Hubert, Reinaldo e Cláudio Paiva, egressos do Pasquim, fundaram O Planeta Diário). Graças aos esforços de Jaguar, o único da equipe original a permanecer no Pasquim, o semanário continuaria ativo até a década de 90. A última edição, de número 1.072, foi publicada em 11 de novembro de 1991. Mas antes, no carnaval carioca de 1990 toda a equipe do Pasquim foi homenageada pela escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz com o enredo "Os Heróis da Resistência".
De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 70, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro. A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexo, drogas, feminismo e divórcio, entre outros) o Pasquim foi se tornando mais politizado a medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5. O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira
O projeto nasceu no final de 1968 após uma reunião entre o cartunista Jaguar e os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral; o trio buscava uma opção para substituir o tablóide humorístico A carapuça, de Sérgio Porto (que acabara de falecer). O nome, que significa "jornal difamador, folheto injurioso", foi sugestão de Jaguar; "terão de inventar outros nomes para nos xingar", disse ele, já prevendo as críticas das quais seriam alvo.
Com o tempo figuras de destaque na imprensa brasileira, como Ziraldo, Millôr, Prósperi, Claudius e Fortuna, se juntaram ao time, e a primeira edição finalmente saiu em 26 de junho de 1969.
Além de um grupo fixo de jornalistas, a publicação contava com a colaboração de nomes como Henfil (que não participara da fundação do jornal por ter brigado anteriormente com os cartunistas mais "velhos" como Ziraldo e Claudius na discussão de um projeto anterior), Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam e Sérgio Augusto, e também dos colaboradores eventuais Ruy Castro e Fausto Wolff. Como simbolo do jornal foi criado o ratinho Sig (de Sigmund Freud), desenhado por Jaguar, baseado na anedota da época que dizia que "...se Deus havia criado o sexo, Freud criou a sacanagem".
No final da década de 60, em função de uma entrevista polêmica com Leila Diniz, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, por um decreto que ficou conhecido pelo nome da atriz. Em novembro de 1970 a redação inteira do O Pasquim foi presa depois que o jornal publicou uma sátira do célebre quadro de Dom Pedro às margens do Ipiranga, (de autoria de Pedro Américo). Os militares esperavam que o semanário saísse de circulação e seus leitores perdessem o interesse, mas durante todo o período em que a equipe esteve encarcerada - até fevereiro de 1971 - o Pasquim foi mantido sob a editoria de Millôr Fernandes (que escapara à prisão), com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Gláuber Rocha e diversos intelectuais cariocas.
As prisões continuariam nos anos seguintes, e na década de 80 bancas que vendiam jornais alternativos como o Pasquim passaram a ser alvo de atentados a bomba. Aproximadamente metade dos pontos de venda decidiu não mais repassar a publicação, temendo ameaças. Era o início do fim para o Pasquim.
O jornal ainda sobreviviveria à abertura política de 1985, mesmo com o surgimento de inúmeros jornais de oposição e de novos conceitos de humor (Hubert, Reinaldo e Cláudio Paiva, egressos do Pasquim, fundaram O Planeta Diário). Graças aos esforços de Jaguar, o único da equipe original a permanecer no Pasquim, o semanário continuaria ativo até a década de 90. A última edição, de número 1.072, foi publicada em 11 de novembro de 1991. Mas antes, no carnaval carioca de 1990 toda a equipe do Pasquim foi homenageada pela escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz com o enredo "Os Heróis da Resistência".
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Como Nasceu o Pardido Político Mais Expressivo do Brasil?

O Partido dos Trabalhadores foi oficialmente fundado por um grupo heterogêneo, composto por dirigentes sindicais, intelectuais de esquerda e católicos ligados à Teologia da Libertação , no dia 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion em São Paulo. O partido é fruto da aproximação dos movimentos sindicais, a exemplo da Conferência das Classes Trabalhadoras (CONCLAT) que veio a ser o embrião da Central Única dos Trabalhadores (CUT), grupo ao qual pertenceu o atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, com antigos setores da esquerda brasileira.
O PT foi fundado com um viés socialista democrático. Com o golpe de 1964, a espinha dorsal do sindicalismo brasileiro, que era o CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), que reunia lideranças sindicais tuteladas pelo Ministério do Trabalho- um ministério geralmente ocupado por lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro varguista - foi dissolvida, enquanto os sindicatos oficiais sofriam intervenção governamental. A ressurgência de um movimento trabalhista organizado, expressa nas greves do ABC paulista da década de 1970, colocava a possibilidade de uma reorganização do movimento trabalhista de forma livre da tutela do Estado, projeto este expresso na criação da CONCLAT, que viria a ser o embrião da CUT, fundada três anos após o surgimento do PT. Originalmente, este novo movimento trabalhista buscava fazer política exclusivamente na esfera sindical. No entanto, a sobrevivência de um sindicalismo tutelado - expressa na reconstrução, na mesma época, do antigo CGT, agora com o nome de Confederação Geral dos Trabalhadores, congregando lideranças sindicais mais conservadoras, como as de Joaquinzão e de Luís Antônio de Medeiros - mais a influência ainda exercida sobre o movimento sindical por lideranças de partidos de Esquerda tradicionais, como o Partido Comunista Brasileiro, forçaram o movimento sindical do ABCD, estimulado por lideranças anti-stalinistas da Esquerda, como a de diversos grupamentos trotskistas, a adquirir identidade própria pela constituição em partido político - uma estratégia similar à realizada pelo movimento sindical Solidarność na Polônia comunista de então.
O PT surgiu, assim, rejeitando tanto as tradicionais lideranças do sindicalismo oficial, como também procurando colocar em prática uma nova forma de socialismo democrático, tentando recusar modelos já então em decadência, como o soviético ou o chinês. Significou a confluência do sindicalismo basista da época com a intelectualidade de Esquerda antistalinista.
Foi oficialmente reconhecido como partido político pelo Tribunal Superior de Justiça Eleitoral no dia 11 de fevereiro de 1982.
O PT foi fundado com um viés socialista democrático. Com o golpe de 1964, a espinha dorsal do sindicalismo brasileiro, que era o CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), que reunia lideranças sindicais tuteladas pelo Ministério do Trabalho- um ministério geralmente ocupado por lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro varguista - foi dissolvida, enquanto os sindicatos oficiais sofriam intervenção governamental. A ressurgência de um movimento trabalhista organizado, expressa nas greves do ABC paulista da década de 1970, colocava a possibilidade de uma reorganização do movimento trabalhista de forma livre da tutela do Estado, projeto este expresso na criação da CONCLAT, que viria a ser o embrião da CUT, fundada três anos após o surgimento do PT. Originalmente, este novo movimento trabalhista buscava fazer política exclusivamente na esfera sindical. No entanto, a sobrevivência de um sindicalismo tutelado - expressa na reconstrução, na mesma época, do antigo CGT, agora com o nome de Confederação Geral dos Trabalhadores, congregando lideranças sindicais mais conservadoras, como as de Joaquinzão e de Luís Antônio de Medeiros - mais a influência ainda exercida sobre o movimento sindical por lideranças de partidos de Esquerda tradicionais, como o Partido Comunista Brasileiro, forçaram o movimento sindical do ABCD, estimulado por lideranças anti-stalinistas da Esquerda, como a de diversos grupamentos trotskistas, a adquirir identidade própria pela constituição em partido político - uma estratégia similar à realizada pelo movimento sindical Solidarność na Polônia comunista de então.
O PT surgiu, assim, rejeitando tanto as tradicionais lideranças do sindicalismo oficial, como também procurando colocar em prática uma nova forma de socialismo democrático, tentando recusar modelos já então em decadência, como o soviético ou o chinês. Significou a confluência do sindicalismo basista da época com a intelectualidade de Esquerda antistalinista.
Foi oficialmente reconhecido como partido político pelo Tribunal Superior de Justiça Eleitoral no dia 11 de fevereiro de 1982.
AI-5

O Ato Institucional Número Cinco foi o quinto de uma série de decretos emitidos pelo regime militar brasileiro nos anos seguintes ao Golpe militar de 1964 no Brasil. Redigido pelo ministro da justiça Luís Antônio da Gama e Silva em 13 de dezembro de 1968, o ato veio em represália à decisão da Câmara dos Deputados que se negara a conceder licença para que o deputado Márcio Moreira Alves fosse processado por um discurso pedindo ao povo brasileiro que boicotasse as festividades do dia 7 de setembro. Mas o decreto também vinha no correr de um rio de ambições, ações e declarações pelas quais a classe política fortaleceu a chamada linha dura do regime instituído pelo Golpe Militar. O Ato Institucional Número Cinco, ou AI-5, foi um instrumento de poder que deu ao regime poderes absolutos e cuja primeira conseqüência foi o fechamento do Congresso Nacional por quase um ano.
O AI-5:
* fechou o Congresso Nacional e as camaras do Brasil inteiro por prazo indeterminado, com resalva para a Camara da Cidade de São Paulo;
* decretou o recesso dos mandatos de senadores, deputados e vereadores. Estes ainda continuaram a receber parte fixa de seus subsídios;
autorizou, a critério do interesse nacional, a intervenção nos estados e municípios;
* tornou legal legislar por decreto-lei;
* autorizou, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis;
O Presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo;
* suspendeu a possibilidade de qualquer reunião de cunho político;
recrudesceu a censura, determinando a censura prévia, que se estendia à música, ao teatro e ao cinema de assuntos de caráter político e de valores imorais;
* suspendeu o habeas corpus para os chamados crimes políticos.
O AI-5:
* fechou o Congresso Nacional e as camaras do Brasil inteiro por prazo indeterminado, com resalva para a Camara da Cidade de São Paulo;
* decretou o recesso dos mandatos de senadores, deputados e vereadores. Estes ainda continuaram a receber parte fixa de seus subsídios;
autorizou, a critério do interesse nacional, a intervenção nos estados e municípios;
* tornou legal legislar por decreto-lei;
* autorizou, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis;
O Presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo;
* suspendeu a possibilidade de qualquer reunião de cunho político;
recrudesceu a censura, determinando a censura prévia, que se estendia à música, ao teatro e ao cinema de assuntos de caráter político e de valores imorais;
* suspendeu o habeas corpus para os chamados crimes políticos.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Eu gostei desse texto, copiei e coloquei aqui.
"Se existe um ato desprezível, inconveniente, pequeno, é o que esses animais quadrúpedes fazem. Marcam fotos, vídeos e o que for na web, com porcarias. Você, cidadão de bem, está lá assistindo um vídeo raro qualquer, uma propaganda no youtube, ou procurando imagens, fotos, que são de domínio público ou sem um autor identificado, e está lá estampado, estragando a obra, aquele selo, marca dágua (chamem como preferir) torta, em cores vibrantes, descaracterizando o material original, e incomodando profundamente sua existência enquanto ser humano. Poucas coisas me irritam tanto quanto a merda de uma assinatura grotesca em cima de algo que eu estou apreciando, e que deveria estar limpa de qualquer interferência obtusa. PAREM COM ISSO SEUS ANIMAIS. Quero ver o comercial do Ortopé, a foto do Aquaplay, o desenho dos Smurfs, sem nenhuma figura tosca criada no Paint Brush, com fonte Comic Sans em cima do esquema, fazendo propaganda de algum blog tosco, ou assinatura do boçal que disponibilizou, estragando. JUSTIÇA!"
Eu peguei em uma comunidade no Orkut.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O Começo Do Fim Do Mundo.

"Vizinhança reclama e festival PUNK termina em tumulto"
Prisões, pancadaria e protestos - assim terminou ontem o primeiro festival PUNK, realizado no teatro Sesc-Pompéia, com a participação de centenas de jovens que tumultuaram o ambiente, perturbando os moradores que solicitaram a presença da policia. Até o inicio da noite dezenas de PUNKS estavam sendo detidos ainda no local e levados até o 7 Distrito Policial, para serem qualificados, enquanto os menores eram encaminhados ao Juizado de Menores.A intervenção policial começou as 16h10, com a invasão do local onde se apresentaram 20 grupos de musica PUNK, no sábado e na tarde de ontem com a temática "O Começo do fim do mundo".Os policiais levaram àquela hora sete pessoas presas, alem de equipamentos musicais e até um aparelho de gravação de videotaipe, segundo alguns dos presentes.Em consequencia das prisões, organizou-se um protesto em frente ao teatro, obrigando a ida de reforço policial.
Trecho da matéria publicada no dia 29/11/1982
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