Curtas

sábado, 25 de julho de 2009

O Eremita (ANGELI)

Clique na imagem para almenta-la.

???

"Decreto-Lei 972/1969, baixado durante o regime militar, logo após o AI-5. E quem baixou esse decreto foi uma junta militar formado pelos ministros das Forças Armadas: Aurélio de Lyra Tavares, ministro do Exército (presidente da junta), Augusto Rademaker, ministro da Marinha, e Marcio de Mello e Souza, ministro da Aeronáutica. Era o começo da fase terrorista dos milicos, e calar era a missão. Quanto menos pessoas exercendo o jornalismo, mais fácil de controlar."




Fonte: O Dilúvio

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O Passageiro Obscuro (Roteiros)


“O Passageiro Obscuro”
Roteiro Cinematográfico de Curta-Metragem
de
Davi de Oliveira Pinheiro
Registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Nº 453.884
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E daviop@rocketmail.com
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2º Tratamento
9 de outubro de 2008
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CENA 01 - EXT. VAGÃO ABANDONADO – DIA
Um HOMEM para em frente ao vagão. Camisa social e gravata.
Cor do céu é azul forte. O som distante de automóveis e os
passos marcados do Homem que caminha em direção ao vagão.
Ecoa uma suave música com textura de vinil que se mistura com
o som da voz de DAVID LYNCH, que funciona como textura. O
Homem sobe no vagão e entra, pisando no ferro que range. À
distância, nada em volta do vagão.
CENA 02 – INT. VAGÃO ABANDONADO – DIA
Pequenos rastros de sangue que levam a uma capa de chuva
chamuscada (sobre a capa, o sangue seco pelo fogo) com um
chapéu sobre. O Homem pega o chapéu. Sobe com sangue em suas
mãos. Jogado no chão está OUTRO HOMEM. O Outro Homem tenta
falar e cospe sangue. Engasga e morre. O Homem se aproxima
dele. ELA é uma mulher de vestido vermelho. Observa enquanto
ele se aproxima do Outro Homem e coloca a mão poucos
centímetros acima do rosto. O Homem fecha seus olhos.
ELA (em inglês)
O que está fazendo?
HOMEM (em inglês)
Tentando entrar na mente dele...
antes que suas memórias desvaneçam.
Fecha os olhos. Força. Balança a cabeça.
HOMEM (em inglês)
Não entendo. Ele não está aqui.
ELA (em inglês)
É porque ele não existe. Esta é a
mente de outra pessoa. Faz doze horas
que você está aqui.
A voz de Lynch ecoa.
HOMEM (em inglês)
E o que você está fazendo?
O Homem se levanta. Ela não está mais lá.
ELA (off - em inglês)
O mesmo que você. Esperando.
Esperando que algo aconteça.
Um toca-discos com um vinil. A voz de David Lynch ecoa com
texto selecionado da entrevista. O disco pára. Volta a girar
com uma música composta. O vinil tranca no final da última
faixa. Uma silhueta na porta do vagão. O Homem se vira.
LYNCH (em inglês)
Tem alguém aqui.
HOMEM (em inglês)
Quem?
OUTRO HOMEM
Esta área é particular. O que você
pensa que está fazendo?
HOMEM (em inglês)
Estou... investigando.
OUTRO HOMEM
Investigando o quê?
HOMEM (em inglês)
Um crime.
OUTRO HOMEM
Qual tipo de crime?
HOMEM (em inglês)
Assassinato.
OUTRO HOMEM
De quem.
HOMEM (em inglês)
O seu.
OUTRO HOMEM
Legal!
O Homem olha para o Outro Homem que sorri. Ele tira uma
banana do bolso e descasca.
OUTRO HOMEM
Legal esse set. Foi construído para uma
cena de ritual satânico. Pena que o
diretor mudou de idéia. A gente tá
fazendo dois filmes aqui. Pra cá, é um
filme de guerra. Pra lá, é uma comédia
romântica. De um lado, explodem bombas,
do outro, beijinhos.
Outra bomba. Sob o efeito da mesma, voz feminina diz “eu te
amo”. “Eu te amo” se repete.
O Homem vê um gravador dentro do sangue gosmento. Tira.
Desliga. “Eu te...”. Click.
HOMEM (em inglês)
Não me surpreende que acabe aqui.
O Homem com a mão sobre o rosto do Outro Homem abre os olhos.
O Outro Homem está no chão. Cospe sangue, sem mexer os olhos
mortos. Barulho de bombas.
OUTRO HOMEM
(cuspindo sangue)
Booom.
O Outro Homem fecha a boca. O Homem passa a mão pelo rosto do
Outro Homem que fecha os olhos. Ela vai até o Outro Homem.
Abaixa e chora.
A silhueta na porta retorna. O Homem olha para a silhueta.
Levanta-se. Caminha em direção a silhueta. O Homem olha a sua
volta. Fala para o alto.
HOMEM (em inglês)
Você ainda está aqui?
O rosto de Lynch na entrevista. Ameaça responder. Lynch
ameaça falar. Move os lábios. O Homem tem sangue e um pedaço
de papel em sua mão. O sangue escorre pelo pedaço de papel.
Os sons de guerra e um “eu te amo”, com click do gravador.
Repetem-se. O último som de bomba caindo corta.
HOMEM
Boom!
Iniciam-se os créditos em formato de legenda e o Homem olha
pra baixo durante todo o tempo.

FERNANDO PESSOA (meu amigão)

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"

MORTE E VIDA SEVERINA - João Cabral de Melo Neto

O RETIRANTE EXPLICA AO LEITOR QUEM É E A QUE VAI.

— O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria como há muitos Severinos com mães chamadas Maria, fiquei sendo o da Maria do finado Zacarias.
Mais isso ainda diz pouco: há muitos na freguesia, por causa de um coronel que se chamou Zacarias e que foi o mais antigo senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem falo ora a Vossas Senhorias? Vejamos: é o Severino da Maria do Zacarias, lá da serra da Costela, limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco: se ao menos mais cinco havia com nome de Severino filhos de tantas Marias mulheres de outros tantos, já finados, Zacarias, vivendo na mesma serra magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas e iguais também porque o sangue, que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença é que a morte severina ataca em qualquer idade, e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima, a de tentar despertar terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar alguns roçado da cinza. Mas, para que me conheçam melhor Vossas Senhorias e melhor possam seguir a história de minha vida, passo a ser o Severino que em vossa presença emigra. (...)

A LENDA!


Tava aqui vasculhando meus arquivos de música, e quem encontro? CÓLERA!!! Uma das grandes bandas Punks do Brasil (por que não do mundo?).
Mas quero homenagear uma pessoa em especial, que é esse grande sujeito chamado Pierre a lenda da bateria, podem dizer que baterista punk não toca nada, é tudo a mesma coisa, bom; com esse cara é diferente ele realmente é bom (o melhor), e ainda faz os vocais... Gosto de homenagear gente que esta viva, e mais vivo que esse cara impossível! PIERRE VOCÊ É A LENDA!

CURTA METRAGEM. (Roteiros)

AMOR SÓ DE MÃE
a film comitted by Dennison Ramalho


LISTA DE TEXTOS E DIÁLOGOS EM PORTUGUÊS:


INTRODUÇÃO – FLORESTA:

RADIO: Senhor, não posso me lembrar de tudo, mas se for de tua vontade, revela-me novamente, e eu publicarei este acontecimento...

RADIO: No Livro do Apocalipse, Deus revelou, os ais e as pragas que hão de vir... ___________________________________________________________________

“AMOR SÓ DE MÃE” (Título do Filme)

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CENA 1 – PRAIA:

FILHO: Vambóra! Ô! ´Bóra!

FILHO: Dona Iná?… Dona Iná?...

FORMOSA: Filho...




CENA 2 – FLORESTA:

FORMOSA: O Filho não vai querer hoje?


CENA 3 – FLORESTA (APÓS CENA DE SEXO):

FORMOSA: Filho, escuta, eu vou mesmo embora daqui... Tu que não larga dessa tua mãe… Tua mãe … ô cruz… Ela não morre nunca!

FILHO: Cala a boca, mulher! Por que tu não deixa a mãe em paz, hein? Ta velhinha, ta doente…

FORMOSA: Tu é um homem feito, e amarrado. E pela mãe… Ainda se fosse por uma mulher!

FILHO: Formosa…

FORMOSA: Filho, eu vou embora! Não vou ficar minha vida inteira aqui neste fim-de- mundo! E aviso: é agora! … A única coisa que tem aqui pra eu é um homem frouxo e uma velha doente!

FILHO: Que é isso, Formosa?

FORMOSA: Cala boca! … Não vou levar minha vida toda trocando os cueiro cagado da tua mãe!

FILHO: Respeita a velha!

FORMOSA: Já tomei minha decisão. Vou e não volto mais! E se tu quiser vir comigo, vai ter que vir livre: MEU, MEU HOMEM!

FILHO: Formosa, não me larga, Formosa! Eu não posso deixar a mãe aqui sozinha!

FORMOSA: Tua mãe esqueceu que todo mundo morre um dia! Tu decide: ou tu vive comigo, ou fica aí, e morre com ela! Tu já tá é morto. Eu não fico…não fico pra ver!


CENA 4 – CASA DE FORMOSA:

HOMEM MASTURBANDO: Cachorra...CACHORRA!

FORMOSA: Mas que danado é isso?…

FILHO: Rapariga!

HOMEM MASTURBANDO: Que porra é essa??

FILHO: Não tem o que eu não faça por ti nessa vida…e é isso que me sobra?!

FORMOSA: Isso aqui não é tua casa, não!!

FILHO: Eu, morrendo de desgosto aqui sozinho…

FORMOSA: Larga essa faca!

FILHO: …e tu, saindo pelo mundo afora…

FORMOSA: Tu tá é doido!

FILHO: …vadiando! … VADIANDO SIM!

HOMEM MASTURBANDO: Calma! Calma! Calma! Tô saindo! To saindo!

FILHO: TU! Rapa fora daqui!

HOMEM # 2: Calma, calma…calma…

FILHO: SAI! (ATENÇÃO: ELE DIZ “NÃO”, MAS EM FRANCÊS QUERO QUE ELE DIGA “FORA!” ou “SAIA!”)

FILHO: Faço o que tu quiser. Dou o que tu quiser! Mato, morro, roubo! Se tu vai embora, se tu vai me deixar aqui sozinho, me mata! Me desgraça de vez!

FORMOSA (POSSESSA / DEMÔNIO): Cachorro! Pensa que pode invadir a Casa da Gira assim?! Ela vai se embora! E tu vai junto! Se tu é homem de invadir a Casa da Gira desse jeito, vai ser homem pra merecer a filha também! … Tu vai até a tua casa, e vai matar tua mãe! Se tu quer mesmo a Filha, vai ter que provar merecer! E não adianta esconder a velha! Eu quero prova: o coração dela, antes do sol raiar… É assim que o Exu trabalha, zifio…

FILHO: Não! Não!


CENA 7 – CASA DA MÃE:

RADIO: ...e o verbo se fez carne e habitou entre nós. Ave Maria, cheia de graça,…

MÃE: O filho tá cheirando a mulher…Foi a moça de novo?

FILHO: Não.

MÃE: Já disse que aquilo ali não presta! Nem pai tem! … Não é que eu queira que o filho fique sozinho…

FILHO: Mãe, não!

MÃE: Mas aquela lá eu sei que não vale um…

FILHO: Chega, mãe!

RADIO: em nossas almas, a vossa Graça, para que nós reconheçamos, pela Anunciação do anjo, a Encarnação…


CENA 9 – CASA DA MÃE:

MÃE: Vem rezar com a mãe, filho?

FILHO: Não. Eu não vou rezar! Eu vou dormir! Eu preciso dormir! Você vai dormir comigo, também! Vamo, mãe! Agora!!

MÃE: A mãe vai terminar de rezar. E vai rezar pelo filho…

RADIO: …e eles permaneciam unânimes na oração. Maria, a mãe de Jesus, e seus irmãos…e no dia da Anunciação…


CENA 11- CASA DA MÃE:

FILHO: A bênção, minha mãe…

FILHO (POSSESSO / DEMÕNIO): Quem nunca viu venha ver, caldeirão sem fundo ferver!

FILHO (POSSESSO / DEMÔNIO): Ê, minha mãe! É meia-noite, o cemitério treme, minha mãe!

MOTHER: Filho, NÃO! (ATENÇÃO, MARINA: ESTE FILHO NO INÍCIO DA FRASE, VOCÊ PODE TRADUZIR PARA ´filho em francês´) … filho, me acode, filho! … FILHO, não!!!

FILHO (POSSESSED): Ê, minha mãe...Ê, minha mãe! A catacumba racha, e o defunto geme, minha mãe!


CENA 13 – CASA DA MÃE:

FILHO: Boa noite, minha mãe!


CENA 14 – CASA DA MÃE:

RADIO (Música): Hosana nas alturas. Tentei compreender a Sua imensa graça. Hosana nas alturas…

(CORTE PARA PRETO)

RADIO (Off – senhora rezando): Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores…

(CORTE PARA PRETO)

RADIO (Homem falando): …possa ser a confirmação da graça que, eu sei, vai acontecer. Já seja o amor poderoso e imenso de ti me tocando, me confortando, me acalmando. Que assim seja! Que assim aconteça, Jesus! Agora, abra a porta de sua casa pra Nossa Senhora, vamos!

CENA 21 – FLORESTA (Após grito de Formosa):

FILHO: Formosa…FORMOSA!




CENA 23 – FLORESTA (APÓS QUEDA DE FILHO NO CHÃO):

MÃE (VOZ FANTASMAGÓRICA): Filho ... (ATENÇÃO, MARINA: ESTE PRIMEIRO ´FILHO ´ VOCÊ PODE TRADUZIR PARA ´filho em francês´) ... Filho, meu filho! … (TRADUZA ESTA FRASE ASSIM: “Filho, mon ´filho em francês´!”)

FILHO: Mãe!

MÃE (VOZ FANTASMAGÓRICA): Filho (ATENÇÃO: ESTE FILHO TAMBÉM PODE SER a palavra ´filho´ em francês), deixa a mãe ajudar! … filho…

FILHO: Mãe, onde é que você está?

MÃE (VOZ FANTASMAGÓRICA): Deixa a mãe…te ajudar!

FILHO: NÃO!

MÃE (VOZ FANTASMAGÓRICA): Machucou, filho?

FILHO: Mãe?!

MÃE (VOZ FANTASMAGÓRICA): Deixa a mãe te ajudar…

FILHO: Mãe…

MÃE (VOZ FANTASMAGÓRICA): Deixa a mãe… te aju…daaar…

MÃE (CORAÇÃO): Vem me buscar… não me deixa aqui no chão… filho…


CENA 24 – BEACH (INTERFERÊNCIAS DE RÁDIO):

RADIO: O tempo da graça acabou… Possa ela despertar mais almas para se dirigirem a Deus, antes de soar a Última Trombeta!… Negaram a Fé, negaram o Cristo. O mundo inteiro está no maligno! Todo mundo jaz no maligno!

CRÉDITOS FINAS (APÓS CRUZ INVERTIDA):

Este filme é uma livre-perversão da letra de “Coração Materno”, canção de Vicente Celestino (1937)

Um filme cometido por Dennison Ramalho.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Eu não achei graça...

Olá meus lindos leitores, hoje (como sempre) estou sem criatividade nessa bagaça, então vou improvisar uma historinha bem ridícula e sem nexo para todos vocês:


Era uma vez na terra do sol nascente, um cara chamado Satan Goss, ele gostava de andar de bike com shortinho apertado, ver luta de Robôs With Lasers das Trevas, e lutar contra um tal de Jaspion.
Aos 17 anos Satan Goss entra para o lado negro da força; ele começa a idolatrar Darth Vader, e até prestou um concurso para ser um Stormtrooper. Foi em vão, pois ele não conseguiu escrever o próprio nome corretamente na prova, ele escrevera “Satan Gozz”.
Revoltado com o resultado do teste, ele resolvera procurar um grande monge sagrado e onipotente chamado Mestre dos Magos, que lhe ensinou artes marciais, culinária, decoração de interiores e Mandarim.
Acabado o cursinho com o mestre onipotente e onipresente, ele financiou o seu próprio Megazord (ou ele mesmo ficava gigante?) e passou a ter um “poder de enfurecer os seres e transformá-los em monstros incontroláveis!”.
Alguns anos mais tarde, Satan Goss teve um filho com Dercy Gonçalves chamado MacGaren (ou seria McGyver) que morrera no fim da série japonesa, quando Jaspion lhe dera uma saraivada de bala na cara!!!
Depois disso Satan Goss parou com esse negócio de forças do mau, virou alcoólatra e viciado em cola de sapateiro, quando estava perto do suicído foi salvo pelo Vendor de Sonhos que lhe vendeu uma vírgula (Augusto Cury é gênial meu, gênial!).
Hoje Satan Goss leva uma vida modesta como homem da “Pamonha, pamonha, pamonha; pamonha de Piracicaba!” e montou uma banda de emocore chamada Fresno.

Fim.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Brasil...sil...sil..sil...


Imagens do primeiro brasileiro na lua!

No mundo da lua...






Opus & Ravel

Oi, oi, oi grandessíssimos leitores, aproveitando que hoje é dia do amigo, e aproveitando também que eu não tenho nada pra fazer, decidi incorporar mais 2 personagens ao meu pequeno (porém aconchegante) blog, além do sagaz e amável Sr.Gasmo, teremos os grandes e inseparáveis amigos OPUS & RAVEL que aparecerão em pequenas estórias subversivas e sarcásticas. Vejo este blog como uma forma de diversão, uma forma de melhorar minha escrita (que é bem ruim), e também dá pra transmitir o que penso para os amigos, e pros doidos varridos que sempre estão por aqui.
Então aguardem às estórias de Opus & Ravel.

domingo, 19 de julho de 2009