Você João, sempre pobre e faminto.
Sempre injustiçado, sempre!
João não é poeta, não é trovador.
Não é nobre, nem tem nome.
Então qual é o sentido de sua existência João?
Servo!
Operário!
Oprimido!
João é a estética do descaso...
Seu choro não atinge o meu ouvido João.
Sua cara nefasta não machuca minha retina.
Aceite o conselho de um pessimista:
Desista da vida.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
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